Corretora no RJ desde 1992 · CNPJ ativo

Reduzir plano de saúde no RJ sem recomeçar as carências

Se o reajuste pesou, existe um caminho previsto em lei: a portabilidade de carências da ANS. Analisamos seu plano atual e mostramos opções com rede compatível — gratuitamente, no Rio de Janeiro.

  • Sem cumprir carência de novo
  • Sua rede conferida antes de qualquer troca
  • Análise gratuita e sem compromisso
Adelpho Pittigliani, fundador da Planos de Saúde Rio Health Brokers

Conteúdo por Adelpho Pittigliani, fundador e corretor de planos de saúde da Planos de Saúde Rio Health Brokers. Publicado em . Atualizado em .

Por que seu plano subiu tanto

Existem dois tipos de reajuste em plano de saúde e é comum eles serem confundidos. O reajuste anual acontece uma vez por ano, no mês de aniversário do contrato. Em planos individuais e familiares, ele é limitado por um teto definido pela ANS. Em planos coletivos (empresariais ou por adesão), é calculado pela sinistralidade do grupo — quanto mais o grupo usou, maior o reajuste — e costuma vir bem acima do índice individual.

O outro é o reajuste por mudança de faixa etária, aplicado nos aniversários das faixas definidas pela ANS. Os saltos costumam ficar mais sensíveis nas faixas finais, especialmente na entrada da faixa 59+, que é a última permitida por lei. O percentual exato, porém, depende do contrato e da tabela de cada operadora — a ANS define as faixas e os limites de variação, mas não publica um percentual único por faixa.

Infográfico das 10 faixas etárias da ANS (0-18, 19-23, 24-28, 29-33, 34-38, 39-43, 44-48, 49-53, 54-58, 59+) com destaque na entrada da faixa 59+
Faixas etárias ANS — regras de variação por idade. Fonte: ANS, RN nº 63/2003. Percentuais variam conforme contrato e produto.

Entender qual reajuste está pesando no seu boleto é o primeiro passo. Se for anual e você tem plano coletivo, pode haver plano de destino com sinistralidade menor. Se for faixa etária, o próprio produto costuma estabilizar depois dos 59, e a discussão passa a ser o valor absoluto, não o próximo salto. Se quiser aprofundar, veja como funciona o reajuste anual da ANS.

Existe saída legal: portabilidade de carências

A portabilidade de carências é o direito, previsto na regulamentação da ANS, de migrar para outro plano de saúde levando as carências que você já cumpriu. É o oposto de uma contratação nova: você não recomeça a contagem de consulta, exame, internação, parto ou doença preexistente — se cumpriu no plano atual, entra cumprindo no de destino. A regra está na Resolução Normativa nº 438/2018 da ANS.

A portabilidade vale para plano individual/familiar, coletivo por adesão e coletivo empresarial, dentro dos requisitos abaixo. Quem opera é a operadora de destino: recebido o pedido com a documentação correta, ela tem 10 dias para analisar. Se aprovar, você inicia no novo plano e cancela o antigo em até 5 dias.

Vale ler o texto completo em regras da portabilidade de carências e conferir também como funcionam as carências no plano atual.

Portabilidade não é a mesma coisa que redução de carência

Muita gente confunde dois caminhos diferentes de trocar de plano sem recomeçar do zero:

  • Portabilidade de carências

    Direito regulado pela ANS (RN 438/2018), com requisitos objetivos, relatório de compatibilidade emitido no Guia ANS e análise formal pela operadora de destino.

  • Redução ou compra de carência

    Regra comercial de cada operadora, oferecida em condições próprias, que pode mudar ou ser suspensa a qualquer momento. Não é direito garantido por norma.

  • Ajuste do plano atual

    Troca de acomodação, abrangência ou coparticipação dentro da mesma operadora, sem necessidade de portabilidade.

  • Contratação nova

    Carências integrais, salvo condição comercial específica.

Esta página trata principalmente da portabilidade regulada pela ANS, mas a análise gratuita também avalia os outros caminhos quando a portabilidade não se aplica ao seu caso.

Você tem direito? Checklist

  • Mensalidades em dia no plano atual.
  • Contrato ativo — não pode estar cancelado nem em cancelamento.
  • Plano contratado após 1º de janeiro de 1999 ou adaptado à Lei 9.656/98.
  • Tempo mínimo de permanência: 2 anos na primeira portabilidade, ou 3 anos se você cumpriu Cobertura Parcial Temporária por doença preexistente. Da segunda portabilidade em diante, cai para 1 ano.
  • Plano de destino em faixa de preço compatível (igual ou inferior) e cobertura compatível com a atual, conforme análise no Guia ANS.

Não sabe se cumpre? Manda uma foto da carteirinha e do último boleto no WhatsApp que a gente verifica na análise.

Como funciona, passo a passo

Vídeo explicativo

[VÍDEO: 2 a 3 minutos, corretor explicando na câmera o passo a passo abaixo. Thumbnail estática com play, carregamento sob demanda — não usar autoplay.]

  1. 1
    Você envia os dados do plano atual

    Operadora, tipo (individual, adesão, empresarial), tempo de contrato, valor pago hoje e uma foto da carteirinha. Se possível, o último boleto — ajuda a identificar reajuste aplicado.

  2. 2
    Emitimos o Relatório de Compatibilidade no Guia ANS

    É o documento oficial da ANS que lista quais planos são compatíveis com o seu para efeito de portabilidade. Sem ele, o pedido não é protocolado.

  3. 3
    Comparamos opções e rede credenciada

    Não é só preço. Comparamos hospitais, laboratórios e médicos que você faz questão de manter, e sinalizamos onde há perda de rede.

  4. 4
    Você escolhe e protocolamos o pedido

    A operadora de destino tem 10 dias para analisar. Nesse período o plano atual continua ativo — você não fica sem cobertura.

  5. 5
    Aprovado, cancelamos o plano antigo dentro do prazo legal

    O cancelamento do plano antigo tem que ser feito em até 5 dias do início do novo. Perder esse prazo pode fazer a nova operadora exigir carência — é o erro mais comum de quem faz sem corretor.

Erros que podem impedir a portabilidade ou gerar nova carência

  • Cancelar o plano antigo antes da aprovação do novo

    Sem contrato ativo, a portabilidade deixa de ser aceita e você entra como contratação nova, com carências integrais.

  • Escolher plano incompatível no Guia ANS

    Se o plano de destino estiver fora da faixa de preço ou cobertura compatível, a operadora pode recusar o pedido.

  • Estar com mensalidade em atraso no momento do pedido

    Boleto em aberto é motivo objetivo de recusa. Regularize antes de protocolar.

  • Perder o prazo de 5 dias para cancelar o plano anterior

    Depois de iniciada a vigência do novo plano, o antigo precisa ser cancelado dentro de 5 dias — perder o prazo pode gerar exigência de nova carência.

  • Confundir redução comercial de carência com portabilidade regulada

    São regimes diferentes. A redução é regra comercial da operadora e pode ser alterada; a portabilidade é direito da ANS.

  • Trocar sem conferir rede hospitalar, laboratórios e médicos

    A economia perde sentido se você não encontra mais seu médico ou seu hospital de referência no plano novo.

  • Ignorar tratamento em andamento ou autorização já aberta

    Mudar de operadora no meio de um tratamento pode significar refazer autorizações e trocar de equipe médica.

Além da portabilidade: outras formas de reduzir

Nem todo caso é de portabilidade. Se você não cumpre os requisitos, ou se o plano de destino não é compatível, ainda existem alternativas legítimas para reduzir a mensalidade sem trocar de operadora:

  • Trocar apartamento por enfermaria — a diferença de valor costuma ser relevante, e a cobertura assistencial é a mesma.
  • Migrar para plano com coparticipação — mensalidade menor em troca de pagar uma parcela por consulta/exame. Vale para quem usa pouco.
  • Reduzir abrangência — de nacional para estadual ou regional, quando você não viaja e não precisa de rede fora do RJ.
  • Migrar de individual para plano PJ — se você tem CNPJ ou pode abrir MEI, planos empresariais costumam ter mensalidade menor. Veja plano MEI e plano empresarial.
  • Revisar dependentes — dependentes que já têm plano próprio (por trabalho, por exemplo) podem sair do seu, reduzindo o boleto de imediato.

Também vale conferir as opções em operadoras que trabalhamos — uma comparação direta muitas vezes revela o mesmo hospital com preço menor em outra bandeira.

Quando a portabilidade não vale a pena

Nem todo caso compensa, e a gente prefere dizer isso antes. Existem situações em que trocar de plano traz mais prejuízo que economia:

  • Quando a rede atual é muito superior. Se o hospital ou o médico que você usa não está nas opções compatíveis, a economia não compensa a perda.
  • Quando falta pouco para cumprir uma carência específica. Se você está a poucos meses de liberar um procedimento no plano atual, pode valer esperar.
  • Quando há tratamento em andamento. Trocar de operadora no meio de um tratamento pode significar mudar de equipe médica e refazer autorizações.
  • Quando a economia é pequena. Uma diferença de poucas dezenas de reais raramente justifica o risco de mudar de rede.

Se for esse o seu caso, a gente vai te dizer. Nossa análise inclui a recomendação de não trocar quando é isso que faz sentido.

O que costuma reduzir a mensalidade

Não trabalhamos com promessa de percentual — o resultado depende do seu plano atual, da sua idade e da rede que você faz questão de manter. O que dá para mostrar com clareza é o que cada mudança costuma provocar, e o que ela custa em contrapartida:

O que mudaEfeito na mensalidadeO que você abre mão
Apartamento → EnfermariaRedução relevanteQuarto individual na internação
Abrangência nacional → regionalRedução moderadaCobertura fora do estado
Sem coparticipação → com coparticipaçãoRedução na mensalidade fixaPaga uma parcela por consulta/exame usado
Individual → MEI ou PJRedução relevantePrecisa ter CNPJ ativo
Portabilidade para outra operadoraVaria conforme o plano de destinoPode haver mudança de rede credenciada

Quanto cada uma dessas mudanças representa no seu caso depende do seu plano atual e da sua idade. A análise é gratuita e leva alguns minutos.

Quem faz sua análise

Adelpho Eduardo Pittigliani, corretor responsável da Planos de Saúde Rio Health Brokers

Sua análise é feita pela equipe da Planos de Saúde Rio Health Brokers, coordenada por Adelpho Eduardo Pittigliani, corretor responsável e à frente da corretora desde sua fundação, em 1992. A avaliação de portabilidade envolve leitura de contrato, comparação de rede credenciada e emissão do Relatório de Compatibilidade no Guia ANS — e é feita sob a orientação de quem acompanha o setor desde antes da criação da própria ANS. Trabalhamos com Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica, Hapvida NotreDame, Porto Saúde, Assim Saúde, Unimed Ferj, Leve Saúde, MedSenior e Klini.

O que dizem clientes no Google

Avaliações reais no nosso perfil do Google, com nota 4,5. Ver todas no Google.

Thiago Sales★★★★★

"Recomendo sem dúvida alguma esse serviço de plano de saúde no RJ. Possuem bastante experiência e o melhor: direciona o plano mais adequado ao seu perfil. Satisfeito com o profissionalismo dele!"

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Patrícia Viana★★★★★

"Excelentes corretores. Foi muito útil na descoberta do melhor plano de saúde pra minha idade e localidade no Rio de Janeiro."

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Faby Personal★★★★★

"Estava à procura de preços de planos de saúde no RJ e recebi as opções e valores na cotação por email. Achei prático e, depois de muito pensar e analisar, fiz uma escolha. O site ajudou sim."

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Thay Scalia★★★★★

"Não tenho tempo nem paciência para resolver nada muito burocrático. Super indico, por isso: aqui é prático, rápido e cabe no bolso."

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Avaliações extraídas do nosso perfil no Google Meu Negócio. Deixe também a sua.

Peça sua análise gratuita

Preencha abaixo com os dados do plano que você tem hoje. Um corretor retorna em horário comercial com uma leitura honesta: se vale a portabilidade, se vale ajustar dentro da mesma operadora, ou se não vale mexer agora.

Não envie laudos, exames ou informações médicas pelo formulário. Se houver tratamento em andamento, fale diretamente com o corretor pelo WhatsApp.

Ao enviar, você concorda com nossa política de privacidade. Retorno em horário comercial, sem custo.

Perguntas frequentes

Vou perder minha carência se trocar de plano?

Não, se você fizer portabilidade de carências. A ANS prevê, pela Resolução Normativa nº 438/2018, o direito de migrar para outro plano compatível levando as carências já cumpridas — inclusive parto e doenças preexistentes, quando o prazo tiver sido cumprido no plano de origem. Só se aplica dentro das regras: plano ativo, mensalidades em dia e plano de destino em faixa de preço compatível.

Preciso esperar o aniversário do contrato para pedir portabilidade?

Não. Essa era a regra antiga, revogada pela RN 438/2018. Hoje, cumprido o prazo mínimo de permanência (2 anos na primeira portabilidade, ou 3 anos se você teve Cobertura Parcial Temporária por doença preexistente), o pedido pode ser feito a qualquer momento do ano. Muito site ainda publica a regra antiga da janela de 120 dias — está desatualizado.

Posso fazer portabilidade tendo doença preexistente?

Pode. Se você já cumpriu o prazo de Cobertura Parcial Temporária (em geral 24 meses) no plano atual, a doença preexistente não é obstáculo — a cobertura segue no plano de destino. Se ainda não cumpriu, é preciso ter pelo menos 3 anos ininterruptos no plano atual para a portabilidade ser aceita.

Quanto tempo demora?

Depois que você entrega a documentação, a operadora de destino tem 10 dias para responder ao pedido. Se aprovada, você deve cancelar o plano antigo em até 5 dias contados do início da vigência do novo. Perder esse prazo pode fazer a nova operadora exigir carência — é o detalhe operacional que mais compromete a portabilidade quando feita sem corretor.

A operadora pode recusar meu pedido?

Pode, mas apenas em hipóteses previstas pela ANS: descumprimento de algum requisito (tempo mínimo, mensalidade em atraso, compatibilidade de preço ou cobertura). Recusa fora dessas hipóteses é irregular e pode ser levada à ANS. Antes de protocolar, verificamos gratuitamente se você cumpre os requisitos e se o plano de destino é compatível pelo Guia ANS.

Tenho mais de 59 anos — ainda vale a pena?

Depende do seu perfil. A partir dos 59 anos não há mais reajuste por faixa etária, então o ganho da portabilidade tende a ser sobre o valor absoluto da mensalidade, e não sobre saltos futuros. Vale comparar: em muitos casos há plano compatível com mensalidade menor e rede semelhante. Em outros, a alternativa melhor é ajustar acomodação, coparticipação ou abrangência dentro da própria operadora.

Vou perder meu médico e meu hospital?

Nem sempre. A comparação de rede credenciada é parte central da análise. Muitas vezes o mesmo hospital ou o mesmo médico atende em mais de uma operadora, ou existe plano de destino com rede equivalente. Antes de sugerir qualquer troca, listamos junto com você os hospitais e profissionais que não pode perder e checamos a rede de cada opção.

Quanto custa o serviço da corretora?

Nada. A corretora é remunerada pela operadora escolhida, sem custo adicional para você. O preço da mensalidade é o mesmo com ou sem corretor — a diferença é que, com corretor, você tem análise comparativa, apoio na documentação e acompanhamento no protocolo de portabilidade.

Veja também

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Conteúdo revisado por Adelpho Eduardo Pittigliani, corretor responsável · Atualizado em julho de 2026.

Desde 1992

CNPJ ativo desde 1992 em corretagem de planos de saúde

Operadoras disponíveis

Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica, Porto Saúde, Assim Saúde e Unimed Ferj, conforme perfil e disponibilidade comercial.

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Atendimento online para a capital e toda a Região Metropolitana

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Comparamos operadoras, não pertencemos a nenhuma

Performance Assessoria Empresarial LTDA · CNPJ 68.589.902/0001-49 · CNAE 66.22-3-00 (Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde) · Constituída em 16/07/1992.