Como comparamos planos de saúde
A comparação de planos de saúde começa pelo levantamento do perfil do cliente. Antes de indicar uma operadora ou produto, a corretora precisa entender idade dos participantes, município ou bairro de utilização, modalidade pretendida, existência de plano ativo, valor pago atualmente, rede desejada e tipo de contratação. Essa etapa evita uma cotação genérica, baseada apenas no menor preço.
Depois do levantamento inicial, verificamos a elegibilidade por modalidade. Pessoa física pode buscar plano individual ou familiar quando houver disponibilidade comercial. Profissionais com categoria elegível podem avaliar coletivo por adesão. MEIs, empresários individuais e empresas podem avaliar planos empresariais, desde que atendam às regras de documentação, vínculo e aceitação da operadora. Para quem já tem plano ativo, também pode ser necessário analisar portabilidade de carências.
A disponibilidade comercial é outro ponto essencial. Nem toda operadora vende os mesmos produtos em todos os municípios, para todos os perfis ou em todas as modalidades. Por isso, a comparação precisa considerar capital, Grande Rio, Niterói, São Gonçalo, Baixada Fluminense e demais regiões de uso, sempre conforme a área de atuação do produto e as regras vigentes no momento da cotação.
A rede credenciada é conferida de acordo com a necessidade real do cliente. Não basta dizer que uma operadora é conhecida ou que possui rede ampla. É preciso verificar hospitais, laboratórios, clínicas, pronto atendimento, região de utilização, tipo de acomodação e abrangência geográfica. Como a rede pode mudar por produto, contrato, linha e data de contratação, a validação deve ser feita com base na rede oficial vigente da operadora.
Também analisamos acomodação, coparticipação e abrangência. Acomodação em apartamento costuma ter custo diferente da enfermaria. Planos com coparticipação podem reduzir a mensalidade fixa, mas geram cobrança adicional quando o beneficiário utiliza consultas, exames ou procedimentos. Produtos regionais podem ser adequados para quem usa atendimento apenas no Rio de Janeiro, mas podem não servir para quem precisa de cobertura em outras cidades ou estados.
As carências e a declaração de saúde são tratadas com atenção. A corretora explica os prazos informados na proposta, a diferença entre contratação nova, redução comercial de carência e portabilidade de carências, além de orientar o preenchimento correto dos dados cadastrais e documentais. A corretora não promete carência zero, aprovação garantida nem aceitação independente das regras da operadora.
Após comparar as alternativas, apresentamos as opções de forma objetiva: preço estimado ou tabela vigente, modalidade, rede, acomodação, carência, coparticipação, documentos exigidos e pontos de atenção. A decisão final é do cliente, mas a proposta é que ele escolha com clareza, sabendo o que ganha, o que perde e o que precisa confirmar antes de contratar.
Quando a contratação se concretiza, a corretora acompanha a documentação e o envio da proposta dentro do que é permitido pela operadora. A remuneração da corretora vem da operadora escolhida, quando há contratação. Isso não dispensa a leitura da proposta, do contrato, do manual do beneficiário e das condições oficiais do plano.
Para entender as diferenças entre modalidades antes de cotar, veja os tipos de plano de saúde e o glossário de planos de saúde.
O que não prometemos
A Planos de Saúde Rio Health Brokers não promete preço fechado antes da cotação formal, aprovação garantida, redução de carência, manutenção permanente de produto em comercialização ou cobertura de procedimento específico. Essas condições dependem da operadora, do contrato, da modalidade, da documentação, das regras regulatórias e da rede vigente.
Também não substituímos a leitura do contrato, do manual do beneficiário, da proposta comercial, da declaração de saúde e da rede oficial da operadora. A corretora orienta a comparação e a contratação, mas não é operadora, não administra a rede, não autoriza procedimentos e não define reajustes.